sábado, 18 de junho de 2016

Vigilância Sanitária do Município recebe nova tecnologia para fiscalização.

Porto Velho será a primeira Capital do país a implantar uma tecnologia que facilitará a coleta de dados dos fiscais do Departamento da Vigilância Sanitária (DVISA) da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).

O treinamento aconteceu no auditório da Semusa em tempo integral durante três dias, deu início na segunda-feira (13) até quarta-feira (16) desta semana, participaram do treinamento cerca de 40 fiscais do DVISA.

Segundo o representante da empresa responsável pelo treinamento dos fiscais, Richard Rodrigues, qualquer pessoa pode utilizar a caneta, a tecnologia consiste em transmitir informação on-line através de uma caneta digital, os equipamentos registrará todas as atividades executadas pelos fiscais da Vigilância Sanitária no seu formulário diário, e geradas digitalmente com maior agilidade e menor custo em um sistema de gestão do município, após o preenchimento dos dados com a caneta, eles podem ser transmitidos por descarregamento direto via USB ou pelo uso de um celular com tecnologia Bluetooth, seja para um computador ou um e-mail determinado.

“O objetivo não é mudar a cultura dos fiscais de escrever no papel, mas adaptar a nova tecnologia, esse equipamento implantado no setor da Vigilância Sanitária é muito importante na questão da fiscalização, no ganho de tempo da informação, fazer com que as notificações feitas com a nova caneta sejam automaticamente armazenadas em um servidor e não somente no papel, com isso ter mais segurança em guardar as informações”, explica Richard.

A diretora do Departamento de Vigilância Sanitária, Daniele de Souza, relata que o novo sistema tem por objetivo dar celeridade ao processo de licenciamento sanitário, fidelidade dos dados coletados em campo, redução no tempo de trabalho, entre outros. “Hoje se leva em média 45 minutos para fazer uma inspeção sanitária depois que a tecnologia for implantada reduziremos para em média 15 minutos, sem contar que ela converte tudo que o fiscal escrever em dados reais e consegue dar uma estatística fiel de tudo que se faz dentro da Vigilância Sanitária”, completa.

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