terça-feira, 14 de junho de 2016

Campanha para incentivar doação de sangue começa nesta terça na PB

Começa nesta terça-feira (14) e segue até o dia 30 de junho a campanha Junho Vermelho, que objetiva aumentar o estoque de sangue nos Hemocentros do país. De acordo com Sandra Sobreira, diretora geral do Hemocentro da Paraíba, no estado a ação acontece em toda a hemorrede, composta dos hemocentros de Campina Grande e dos hemonúcleos em outras 11 cidades.

“Nosso objetivo é chamar as pessoas para que façam a doação antes dos festejos juninos, quando a demanda aumenta por causa do número de acidentes, sobretudo com fogos de artifício, e também aumentar o estoque, uma vez que atualmente a quantidade de doação que chega é a mesma que sai”, explica Sandra.

Para ser um doador, é necessário ter idade entre 16 e 69 anos, pesar acima de 50 quilos, ter dormido pelo menos seis horas na última noite, estar alimentado, não ter tido hepatite após os 11 anos, estar com boa saúde, não ter ingerido bebida alcóolica nas últimas 12 horas, não ter comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis, não estar grávida ou em período de amamentação e respeitar o intervalo entre as doações, que devem ser de dois meses para homens e três meses para mulheres.

Segundo a enfermeira Elaine Velez, do Hemocentro de João Pessoa, também é importante que os doadores evitem comer alimentos gordurosos na véspera e no dia da doação, uma vez que isso pode fazer com o que o sangue seja descartado. “São muitos critérios que temos que seguir, de acordo com a portaria do Ministério da Saúde, que são específicos para que a gente possa fazer uma coleta correta e uma posterior transfusão de forma segura e adequada”, explica.

Além dos alimentos, Elaine destaca a importância do doador avisar no momento da entrevista se está fazendo uso de algum medicamento. “As vezes o doador esquece de avisar e a medicação faz com que dê falso positivo para algumas doenças, e o sangue é descartado. Importante lembrar que não há restrição quanto ao uso de anticoncepcional”, completa a enfermeira.

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