terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Seas mobiliza por rádio, telefonia e internet sorteados que ainda não regularizaram documentos para receber chaves de imóveis

A Coordenação de Habitação da Secretaria Estadual de Assistência e do Desenvolvimento Social está usando os meios de comunicação para alcançar famílias sorteadas com casas e apartamentos em residenciais construídos pelos programas Morada Nova/Minha Casa Minha Vida e ainda em falta com a documentação completa para a posse desses imóveis.

“Bom dia! É dona Terezinha Pereira Silva? Aqui é do Programa Minha Casa Minha Vida, a senhora pode me informar se alguém na família tem algum tipo de deficiência visual ou física?”. Ouvindo a confirmação a respeito de um deficiente visual, às 8h30 da segunda-feira (25), a funcionária da Seas perguntou novamente: “Ele enxerga pouco, ou não enxerga nada?”.

Em meia hora de trabalho, ela inteirava dez contatos, num ritmo que se repetirá diariamente, até que a maior parte das pessoas atenda ao chamado.

A Seas retomou o contato com os contemplados, a fim de atualizar informações essenciais para as próximas liberações de chaves nos residenciais Orgulho do Madeira e Cristal da Calama, nos quais, portadores de deficiência tiveram prioridade na seleção. Também pela Lei nº 10.741/03 [Estatuto do Idoso], 3% das unidades habitacionais atendem a  pessoas idosas.

Já no cadastro único (cadÚnico), a Seas obtêm dados completos da composição familiar, endereço e características do domicílio; o acesso a serviços públicos de água, saneamento e energia elétrica; e despesas mensais. Paralelamente, o cadastro reúne documentação civil, qualificação escolar e situação da pessoa no mercado de trabalho.

Na segunda semana de janeiro, das 2,9 mil famílias inscritas desde 2013 para o Residencial Cristal da Calama, 1.689 ainda não haviam completado a documentação exigida pela Seas e pelo Banco do Brasil. Nesse residencial, 500 imóveis são destinados a desalojados pelas enchentes do rio Madeira, em 2014.

Somente quando for concluída a entrega dos documentos faltantes, e após a verificação do Banco do Brasil, será possível ao governo estadual marcar datas para as solenidades de entrega das chaves dos imóveis. Estima-se que isso será possível até o início do segundo semestre do ano.

“Agora, tudo é inadiável, além de imprescindível”, alertou o coordenador de habitação, José Carlos Gadelha. Segundo ele, a Seas está usando a internet, a telefonia e também procurará programas de rádio em frequências AM e FM, a fim de verificar possíveis alterações de endereço, telefone, comprovante de renda e estado civil das pessoas. Na internet, a convocação disponível é feita em forma de notícias, sempre com esse apelo.

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