quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Assembleia votará projeto que concede quase R$ 600 a mais a professores

O presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho (PP), disse que será colocado em votação, assim que terminar o recesso parlamentar, o projeto de lei encaminhado pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) aumentando a gratificação aos professores de 40 horas de R$ 280 para R$ 620, e instituindo o auxílio alimentação de R$ 253 para todos os servidores da educação.
O deputado Maurão explicou que o projeto não foi votado no final de 2015, porque a Assembleia Legislativa ficou aguardando consenso entre a Seduc e os servidores. Acontece que a secretária de Educação, professora Fátima Gaviolli, foi à Casa de Leis na manhã da terça-feira (19), e explicou melhor a situação.
O deputado Ezequiel Júnior (PSDC), que acompanhou a reunião entre Maurão e Fátima Gaviolli, disse que o projeto precisa ser votado logo, porque os professores de 40 horas receberão quase R$ 600 a mais todo mês.
“É um grande avanço, em um momento de crise. Enquanto há Estados parcelando salário podemos proporcionar essa vantagem ao pessoal da Educação”, acrescentou.
A professora Fátima Gaviolli explicou que os professores contratados para trabalhar 40 horas semanais precisam permanecer 2/3 do período em sala de aula, o que representa 27 horas. Hoje cada aula é de uma hora, mas a Seduc reduziu o tempo de aula para 48 minutos. Assim, ao invés de dar 27 aulas, o professor ministrará 32.
“Não haverá aumento na carga de trabalho. Hoje está faltando professores, mas agindo dessa forma serão supridas 900 vagas. Isso possibilitará à Seduc aumentar a gratificação em R$ 340 e conceder o auxílio alimentação de R$ 253 para todos os servidores. Eu conto com o apoio dos deputados para poder beneficiar os servidores da Educação”, disse Fátima Gaviolli.
Maurão de Carvalho disse que foi convencido pela professora Fátima Gaviolli sobre os benefícios que serão proporcionados aos professores.

“O valor é considerável, por isso precisamos mesmo votar logo”, destacou o presidente da Assembleia, concordando com Ezequiel Júnior.

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